Tal como uma ferida que sangra, arde, e por fim sara, tenho uma dentro de mim, mais precisamente no meu peito, que arranca as minhas visceras a nu, deixando-me com um buraco que teima em não fechar.
Neste momento a ferida está em crosta, uma falsa ilusão de que tudo passou, porque a qualquer momento esta camada pode ser retirada com toda a brutalidade deixando-a, talvés pior, fazendo-a sangrar mais, deixando-me fraca, insana de dor e de injustiça, fazendo-me vaguear de novo pela viela sem esperança, à espera de alguém me arrancar de vez o coração, ou enfiar-lhe uma estaca.
Agora a água do poço está nivelada, reflectindo uma imagem colorida, mas, à volta está rodeada de nuvens carregadas prestes a precipitar, esses volumes cinzentos são os meus fantasmas prestes a atacar e a assombrar a linda imagem.
Só espero achar o remédio para escacear esta dor, agora disfarçada, para me reabilitar e agarrar a esse antídoto que me salvará.
Bell, mto fodaa esse seu post!!
ResponderEliminarTu escreve bem pakas meo!
Ler isso dá akela sensação...frio na barriga...
Como se esses fantasmas q tu citou estivessem vindo ao meu encontro e fossem arrancar as minhas entranhas, eu ver meu coração ainda batendo, jogado no chao...na linha tênue entre vida e morte!
É como estar sem folego e ainda continuar vivo...(wtf?) xD
HuaHua viajei né?
Mas tá rox!
=*