Alguma vez se perguntou que aquilo que mais ansiava, ou que lhe punha ansiosa e nervosa, talvez com medo até lhe tenha desiludido?
Estava a ver um filme besta, nem sei o nome, e veio uma mulher cantar uma música que falava disto, e fez-me reflectir, podemos ver que a partir de coisas inúteis podemos tirar proveito.
A música falava de um incêndio enorme, mas que no final de tudo foi só fogo e tudo se resolveu, e de uma grande paixão, que fez a mulher pensar que iria morrer pelo homem a ter deixado, mas no fim não morreu, e perguntou-se “É só isto o amor?”. Realmente eu já me fiz esta pergunta por várias outras coisas, e realmente é só isto?
Cheguei a um pensamento simpático sobre isto, talvez não seja “só” isto, porque nos fez sonhar, e nos fez bem, ou nos fez muito mal, depende das circunstâncias, mas acho que o ser humano tem a capacidade de ultrapassar “traumas”, de conseguir ver o outro lado. É só aquilo porque pode sempre vir melhor para essa pessoa (ou pior), o mundo está sempre a evoluir, portanto nos tornamos imunes para coisas que no “passado” eram enormes.
Acho que estou a deambular demais, mas achei interessante escrever.
As coisas na vida não são só aquilo, há várias razões para o serem, são essas coisas que nos viver.
(Parece que endoidei, desculpem xD)